30 de jan de 2008

INDIECA - VOLUME I (Maxïmo Park)



bandas que você nunca ouviu, falar.

Trata-se de uma banda britânica que já gravou 2 discos e lançou uma coletânea de b-sides. Vamos aos rótulos: indie, britpop, pós-punk, lembra The Smiths. Ahh, antes que me esqueça o nome é uma homenagem ao libertador de Cuba, o dominicano Maximo Gomez, que dá nome a uma praça de Miami conhecida como Domino Park pela enorme quantidade de velhinhos praticantes do dominó. Mas como trata-se de um representante dos indies, a história mais cool sobre a origem do nome da banda é a que circula pela internet, que dá conta da existência de uma espécie de coletivo revolucionário que se reunia em algum lugar de Cuba chamado Maximo Gomez Park, antes da Revolução de 1959.

Ouça e prepare-se para citá-la em uma dessas incontáveis conversas de pé-de-mesa.

Apply Some Pressure

18 de jan de 2008

as maravilhas da comunicação instantânea - volume dois - bonitinha, mas ordinária

Garota Interrompida> diz: Olááááááááááááá´!!!

Garota Interrompida> diz: vc q é uma pessoa inteligente, me diz o q isso significa

Oráculo> diz: uhmm, manda...

Garota Interrompida> diz: “A compaixão nem sempre é virtude, pois quem poupa a vida do lobo condena à morte suas ovelhas”.

Oráculo> diz: vc não entendeu?

Oráculo> diz: :S

Garota Interrompida> diz: naooooooooooooo

Oráculo> diz: qd vc tem compaixão pelo lobo e deixa ele vivo...

Garota Interrompida> diz: me diz ai como faço pra entender

Oráculo> diz: ... ele vai matar as ovelhas

Oráculo> diz: logo, nem sempre é bom ter compaixão.

Oráculo> diz: sacou?

Garota Interrompida> diz: ahhhhhhhh!!!

Garota Interrompida> diz: e quem são as ovelhas?

So long, Mr. Nice Guy


Gustavo Kuerten vai parar de jogar tênis profissionalmente aos 31 anos. O tenista catarinense, ex-número 1 do ranking da Associação de Tenistas Profissionais, vai deixar de jogar sem ter realizado o desejo de muitos, e dele próprio, de repetir as temporadas avassaladoras que o mantiveram 43 semanas como o melhor tenista do mundo, à frente de tenistas como Andre Agassi e Pete Sampras. A despeito dos velhos vícios e clichês que envolvem a análise do fim de carreira de um grande ídolo do esporte, é preciso reconhecer que Guga jamais precisaria erguer-se além da estatura de grande ídolo que possui. Sua grandeza, aliás, sempre foi essa: compreender exatamente a sua dimensão como esportista.

Agora, a carreira de Guga já tem data marcada para acabar, mas, abandonar o circuito não o torna menor. Guga pra mim é o símbolo do Brasil que dá certo. É um cara que demoliu o estereótipo do esperto-malando-brasileiro e esculpiu à base de muito saque, suor e backhand a imagem de um sujeito criativo e irreverente, mas também, perseverante e obstinado.

Um cara família, centrado e amante das boas coisas da vida. Nem bad boy, nem bom moço: só um cara legal.